Confira a crítica de "Furiosa: Uma Saga Mad Max", filme de 2024 com Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, disponível para assistir na Max.

‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’: a nova face da fúria no deserto

Foto: Warner Bros Pictures / Divulgação
Compartilhe

Desde o lançamento de “Mad Max: Estrada da Fúria” em 2015, os fãs da saga criada por George Miller esperavam ansiosamente por uma expansão do universo pós-apocalíptico que cativou o público com sua ação frenética e visuais deslumbrantes.

O filme “Furiosa: Uma Saga Mad Max” (Furiosa: A Mad Max Saga) finalmente chega para contar a história da jovem Imperatriz que conquistou o coração dos espectadores, trazendo um novo capítulo que mistura ação, profundidade emocional e uma dose de nostalgia. Mas será que consegue manter o legado de seu antecessor?

Frete grátis e rápido! Confira o festival de ofertas e promoções com até 80% OFF para tudo o que você precisa: TVs, celulares, livros, roupas, calçados e muito mais! Economize já com descontos imperdíveis!

Sinopse do filme Furiosa: Uma Saga Mad Max (2024)

“Furiosa: Uma Saga Mad Max” acompanha a história de Furiosa (Alyla Browne, em sua versão jovem, e Anya Taylor-Joy na fase adulta), uma garota sequestrada de sua terra natal, o Vale Verde, por uma gangue de motoqueiros liderada pelo tirano Dementus (Chris Hemsworth).

A trama se desenrola em um cenário desolado, onde Furiosa luta para sobreviver e encontrar seu caminho de volta para casa, enquanto se vê envolvida em uma guerra de poder entre Dementus e um jovem Immortan Joe (Lachy Hulme). A jornada de Furiosa é marcada por desafios brutais, traições e a busca incessante por liberdade e justiça em um mundo onde a sobrevivência é a única regra.

Você também pode gostar disso:

+ Mesmo com o carisma de Mark Wahlberg e Halle Berry, ‘A Liga’ é só mais um filme de ação
+ ‘Dentro da Mente de um Cachorro’: uma imersão no mundo canino
‘Kissufim’, um lembrete poderoso da fragilidade da paz

Crítica de Furiosa: Uma Saga Mad Max, da Max

“Furiosa” se distancia de “Estrada da Fúria” ao adotar uma abordagem mais centrada no desenvolvimento da personagem titular, explorando sua transformação de uma jovem vulnerável em uma guerreira implacável. George Miller, novamente à frente da direção, prova que ainda tem muito a oferecer ao universo de Mad Max, criando uma narrativa que, embora menos frenética do que seu antecessor, é rica em detalhes e profundidade emocional.

Anya Taylor-Joy brilha como a versão adulta de Furiosa, trazendo uma intensidade visceral à personagem. Sua atuação é complementada pela química convincente com Tom Burke, que interpreta o Pretoriano Jack, e pela presença ameaçadora de Chris Hemsworth, que se entrega completamente ao papel do vilão Dementus. A transformação de Furiosa ao longo do filme é palpável, marcada por uma luta interna entre o ódio e o desejo de encontrar um propósito em meio ao caos.

Visualmente, “Furiosa” mantém a estética árida e desgastada que se tornou marca registrada da franquia, mas com um tom mais sombrio e menos vibrante. As cenas de ação, embora não tão constantes quanto em “Estrada da Fúria”, são cuidadosamente coreografadas e executadas, proporcionando momentos de tensão e adrenalina que nos lembram porque o universo de Mad Max continua a ser um dos mais impactantes do cinema.

No entanto, o filme não é isento de falhas. A utilização de CGI em algumas sequências pode decepcionar os fãs que esperavam a mesma autenticidade dos efeitos práticos vistos em “Estrada da Fúria”. Além disso, o ritmo do filme, especialmente em seus momentos finais, pode parecer arrastado, prejudicando a experiência geral.

Conclusão

“Furiosa: Uma Saga Mad Max” pode não alcançar o mesmo nível de excelência frenética de “Estrada da Fúria”, mas ainda assim é uma adição valiosa à franquia. George Miller oferece uma narrativa mais introspectiva, que aprofunda a personagem de Furiosa e expande o universo apocalíptico de Mad Max de forma significativa.

Com atuações fortes, especialmente de Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, o filme se firma como uma obra que, embora diferente em seu tom, consegue capturar a essência do que tornou Mad Max uma saga icônica. Para os fãs, “Furiosa” é uma jornada que vale a pena ser testemunhada, mesmo que não atinja os picos de adrenalina de seu antecessor.

Siga o Flixlândia nas redes sociais

Instagram
Twitter
TikTok
YouTube

Onde assistir ao filme Furiosa: Uma Saga Mad Max?

O filme está disponível para assistir na Max.

Trailer de Furiosa: Uma Saga Mad Max (2024)

YouTube player

Elenco de Furiosa: Uma Saga Mad Max, da Max

  • Anya Taylor-Joy
  • Chris Hemsworth
  • Tom Burke
  • Alyla Browne
  • Lachy Hulme

Ficha técnica do filme Furiosa: Uma Saga Mad Max

  • Título original: Furiosa: A Mad Max Saga
  • Direção: George Miller
  • Roteiro: George Miller, Nick Lathouris
  • Gênero: aventura, ação, ficção científica
  • País: Austrália, Estados Unidos
  • Duração: 149 minutos
  • Classificação: 16 anos
Escrito por
Giselle Costa Rosa

Navegando nas águas do marketing digital, na gestão de mídias pagas e de conteúdo. Já escrevi críticas de filmes, séries, shows, peças de teatro para o sites Blah Cultural e Ultraverso. Agora, estou aqui em um novo projeto no site Flixlândia.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Procuram-se colaboradores
Procuram-se colaboradores

Últimas

Artigos relacionados
O Som da Morte 2026 resenha crítica do filme Flixlândia
Críticas

‘O Som da Morte’: muito barulho por nada

Recentemente, uma discussão interessante tomou conta de Hollywood, impulsionada por falas de...

Zafari resenha crítica do filme 2026 Flixlândia
Críticas

Muito além do sobrenatural: o terror claustrofóbico de ‘Zafari’

Zafari é um filme de 2024 dirigido pela cineasta venezuelana Mariana Rondón...

Destruição Final 2 resenha crítica do filme 2026 Flixlândia
Críticas

‘Destruição Final 2’, o Éden lhe aguarda

“O fim do mundo está próximo!”, frase entoada por tantos “profetas” nas...

Os Malditos 2025 explicação do final do filme Flixlândia (1)
Críticas

‘Os Malditos’ transforma o inverno em tribunal moral, e faz do silêncio o mais cruel dos juízes

Todo filme ambientado na neve carrega a tentação de culpar o clima...

Dois Procuradores resenha crítica do filme 2026
Críticas

‘Dois Procuradores’ é um filme onde o silêncio e o papel são tão letais quanto uma arma de fogo

Dois Procuradores é um drama histórico e político dirigido pelo cineasta ucraniano...

Living The Land resenha crítica do filme 2026 (Sheng Xi Zhi Di), de Huo Meng - crédito Autoral Filmes
Críticas

‘Living The Land’ é um um registro poético de um tempo que não retorna

Living the Land é um drama épico chinês dirigido por Huo Meng....