No limiar entre a dor visceral do luto e a fúria inegociável da proteção, a plataforma Netflix lançou em 3 de setembro de 2026 o thriller indiano Gandhari. Dirigido por Devashish Makhija e idealizado pela prestigiada roteirista e produtora Kanika Dhillon, o longa-metragem não demorou a se transformar em um estrondoso fenômeno de audiência. Estrelado pela aclamada atriz Taapsee Pannu, a obra utiliza a tragédia do sequestro infantil para tecer um drama de vingança cru, imerso nas contradições morais da sociedade indiana contemporânea.
Mais do que um mero filme de ação, Gandhari ressoa como um ensaio sobre a cegueira — tanto física quanto metafórica —, colocando em xeque as escolhas morais de seus personagens e subvertendo tradições milenares do épico Mahabharata.
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O mito do Mahabharata: Gandhari é baseado em uma história real?
Uma das perguntas mais frequentes entre os espectadores que devoram a produção na Netflix é se a jornada de Bani (Taapsee Pannu) se fundamenta em fatos reais. A resposta direta é não: Gandhari é uma obra de ficção. No entanto, sua narrativa é profundamente ancorada na aterradora realidade do tráfico humano e do sequestro de crianças na Índia, além de dialogar abertamente com convenções do cinema de resgate, como os clássicos Chama da Vingança (Man on Fire) e Medo da Verdade (Gone Baby Gone).
O grande trunfo conceitual da produção reside no diálogo com o épico mitológico Mahabharata. Na tradição hindu, a Rainha Gandhari casa-se com Dhritarashtra, o rei cego de Hastinapura. Em um ato de devoção, empatia e renúncia voluntária, a rainha decide vendar os próprios olhos para compartilhar a eterna escuridão do marido.
Entretanto, Kanika Dhillon e Devashish Makhija invertem totalmente a lógica dessa lenda milenar. Em Gandhari, a cegueira de Bani não é uma escolha devocional ou passiva, mas uma ferida imposta por um ataque brutal enquanto tentava salvar a filha Mishty (Myrah Shivan). Em entrevista, Kanika Dhillon afirmou: “Na Mahabharata, Gandhari era uma mãe que nunca pôde tomar uma posição ativa. Desta vez, eu quis reinterpreta-la — vê-la tomando a decisão certa, entrando no campo de batalha e lutando sua própria guerra em seu próprio Kurukshetra”.
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O mito x a reinvenção
| 🏛️ Aspecto Comparativo | 📜 Gandhari no Mahabharata (Mito) | 🎬 Bani em Gandhari (Filme Netflix) |
|---|---|---|
| Origem da Cegueira | Voluntária e Devocional: Venda colocada por escolha própria em empatia ao marido cego, Rei Dhritarashtra. | Traumática e Involuntária: Perda de visão provocada por traumatismo craniano durante a busca pela filha. |
| Papel na Guerra | Passivo e Silencioso: Posição de resignação e lamento diante da tragédia familiar em Kurukshetra. | Ativo e Protagonista: Entra diretamente no “campo de batalha” urbano para combater a rede de tráfico. |
| Simbolismo da Venda | Renúncia e Submissão: Abandono do mundo visual em nome do dever matrimonial e da tradição. | Camuflagem e Superação: Uso de óculos e sentidos aguçados como estratégia de combate e sobrevivência. |
| Arco Dramático | Mãe de Luto Impotente: Testemunha a destruição dos seus 100 filhos sem poder intervir na guerra. | Mãe Guerreira Implacável: Enfrenta e destrói o império criminoso para resgatar a filha e outras crianças. |
Crítica do filme Gandhari, da Netflix
Quando o drama social encontra a “super-mãe cega” da ação
O filme Gandhari virou um verdadeiro fenômeno mundial de público na Netflix, abocanhando o 1º lugar entre as produções não-inglesas mais assistidas do planeta com impressionantes 9,6 milhões de visualizações em uma única semana. Mas basta dar uma espiada no Rotten Tomatoes para notar o abismo: o longa ostenta uma amarga aprovação crítica entre 23% e 25%. Afinal, o filme é um thriller brilhante ou uma grande bagunça melodramática? A resposta honesta é: um pouco dos dois.
A premissa, precisamos reconhecer, é um prato cheio para quem gosta de um bom suspense de vingança. Imagine misturar a obstinação de Busca Implacável com os sentidos apurados do Demolidor e temperar tudo com o folclore indiano dos Behrupiyas — artistas de rua especialistas no uso de máscaras e disfarces. Na história, a protagonista Bani (Taapsee Pannu) tem a filha de cinco anos sequestrada em uma movimentada estação de trem. Na correria desabalada atrás do raptor, ela sofre um traumatismo na cabeça que lhe causa uma cegueira temporária. Sem poder contar com a eficiência da polícia local, Bani resolve encontrar a garota usando apenas a audição, a memória muscular e uma boa dose de fúria maternal.
O que realmente funciona
O maior mérito do filme reside, sem dúvida, no empenho absoluto de Taapsee Pannu. A atriz não brincou em serviço: passou por treinos intensos de ioga aérea, musculação e preparação física para realizar praticamente todas as suas cenas de luta sem precisar de dublês. As sequências de combate corporal — desenhadas por Brahim Chab, o mesmo coreógrafo do frenético Monkey Man — são visceralmente prazerosas de assistir. Ver uma mãe cega aplicar golpes acrobáticos contra criminosos em becos sombrios entrega exatamente o tipo de entretenimento eletrizante que o espectador de streaming procura em uma noite de sexta-feira.
Além disso, a ambientação na cidade fictícia de Joypurra é visualmente instigante. O contraste entre a festa colorida de Chaumukhi Devi e o submundo sombrio da gangue de tráfico infantil Blackhole dá ao filme uma identidade estética marcante.
Onde o roteiro derrapa
O problema é que, após um primeiro ato enxuto e eficiente, a roteirista Kanika Dhillon resolveu abraçar a máxima do “quanto mais rocambolesco, melhor”. A partir da metade da projeção, o filme começa a acumular tantas explicações de passado, orfanatos circo, mentores secretos e traições improváveis que a narrativa perde completamente o freio.
A própria cegueira da protagonista sofre da famosa “síndrome da conveniência de roteiro”: Bani parece enxergar ou não enxergar dependendo do quanto a cena precisa de drama ou de acrobacia. Como bem apontou a crítica Anupama Chopra, a lógica frequentemente pede licença para que a história aconteça. E o que falar do arco do marido, Gokul (Ishwak Singh)? O rapaz passa o filme inteiro bancando o pai desesperado com mapas do Império Britânico para, no último ato, ser empurrado para uma reviravolta tão bizarra quanto pouco convincente.
| 🟢 Pontos Fortes (O Que Encanta) | 🔴 Pontos Fracos (O Que Desanda) |
|---|---|
| 💥 Atuação de gala: Taapsee Pannu entrega uma performance física e emocional impressionante. | 🌀 Roteiro confuso: Terceiro ato sobrecarregado por excesso de explicações e conveniências. |
| 🥊 Cenas de ação brutas: Coreografias de alto impacto desenhadas por Brahim Chab (Monkey Man). | 🕶️ Lógica da cegueira: A limitação visual da protagonista oscila conforme a necessidade da cena. |
| 🎭 Atmosfera marcante: Riqueza visual com os Behrupiyas e a cultura da cidade fictícia de Joypurra. | 💔 Arco de Gokul: A reviravolta envolvendo o marido parece forçada e pouco convincente. |
| 📢 Relevância social: Alerta contundente sobre as redes de tráfico e sequestro infantil na Índia. | 🎭 Tom desbalanceado: Mistura ruidosa entre drama realista e ação estilizada. |
Vale a pena assistir Gandhari na Netflix?
Mesmo com todas as suas incoerências e um terceiro ato visivelmente atrapalhado, Gandhari passa longe de ser um desastre descartável. Trata-se de um thriller de vingança pipoca, com mensagem social urgente sobre o tráfico de crianças, movido a pura adrenalina e protagonizado por uma atriz em estado de graça nas cenas de ação.
Quando questionada sobre a enxurrada de críticas negativas frente ao topo do ranking mundial, Taapsee Pannu respondeu com a ironia perfeita nas redes sociais: “Acho que não é ‘todo mundo’ que desgostou… Quando a vida nos dá limões, fazemos uma limonada!”. E ela tem toda razão: se você desligar o desconfiômetro lógico por duas horas, Gandhari entrega uma diversão intensa, barulhenta e muito divertida.

Enredo e final explicado: o que acontece com Bani, Mishty e Gokul?
A trama se inicia de forma harmoniosa durante uma viagem de trem da família de Bani (Taapsee Pannu) e Gokul (Ishwak Singh) rumo a Gomati. Ao pararem na estação da misteriosa cidade fictícia de Joypurra, a pequena Mishty desaparece. Na perseguição desesperada ao sequestrador, Bani sofre uma grave pancada na cabeça contra uma estrutura metálica, resultando em uma hemorragia interna que lhe causa cegueira temporária.
O sequestro em Joypurra e a rede “Blackhole”
Desamparada pela polícia local sob o comando do corrompido inspetor Saha (Vishwanath Chatterjee), Bani decide conduzir a investigação com seus próprios sentidos aguçados. Joypurra revela-se um enclave de aparências: uma cidade povoada pelos Behrupiyas — artistas tradicionais do disfarce que se caracterizam como divindades e animais. É sob essa névoa de máscaras que opera a Blackhole, uma perigosa rede de tráfico infantil liderada pelo sinistro Dada Bhai (Prashant Narayanan).
A Blackhole utiliza um método maquiavélico para desencorajar buscas policiais: desfigura corpos de crianças já mortas para atribuir falsas identidades às vítimas sequestradas, fazendo as famílias acreditarem que seus filhos faleceram, enquanto as meninas vivas são escoadas em segredo.
O sequestro em Joypurra
| Etapa | Fase da Trama | 📌 Acontecimentos-Chave | 🎯 Impacto Dramático |
|---|---|---|---|
| 01 | 🚨 O Incidente | Sequestro da pequena Mishty na estação de trem em Joypurra. | Bani sofre traumatismo e desenvolve cegueira temporária. |
| 02 | 🔍 A Investigação | Polícia local omissa; Bani usa sentidos aguçados para rastrear pistas. | Descoberta do enclave dos Behrupiyas (artistas do disfarce). |
| 03 | 😈 A Rede Blackhole | Revelação da organização de tráfico infantil liderada por Dada Bhai. | Farsa dos corpos desfigurados para simular a morte das vítimas. |
| 04 | ⚔️ A Procissão | Infiltração de Bani na festividade rituística de Chaumukhi Devi. | Duelo contra o próprio marido (Gokul) e eliminação de Dada Bhai. |
| 05 | 🕊️ O Desfecho | Resgate de Mishty e das demais crianças confinadas no porto. | Ruptura matrimonial definitiva com Gokul e resgate da liberdade. |
A dupla traição: Jhunu Amba e o passado de Gokul
Conforme avança na escuridão, Bani descobre verdades devastadoras sobre seu passado. Antes conhecida como Liliya, Bani fora criada em um circo por sua mentora Jhunu Amba (Mita Vashisht), onde aprendeu artes marciais e acrobacias vendadas. O que Bani não sabia é que fora vendida na juventude para a Blackhole pelo próprio irmão de Jhunu Amba, sendo salva na ocasião por um jovem estranho.
Esse salvador do passado era Gokul (Ishwak Singh), que na época fabricava identidades falsas na sua gráfica para a gangue sem conhecer o propósito criminoso das impressões. Ao descobrir a atrocidade, Gokul resgatou Liliya, e juntos recomeçaram a vida sob os nomes de Gokul e Bani.
Contudo, a revelação mais dolorosa do clímax do filme surge quando Gokul aceita um pacto diabólico com Dada Bhai (Prashant Narayanan): para ter Mishty de volta, Gokul deveria impedir que Bani interferisse no embarque secreto de dezenas de outras meninas sequestradas no porto de Dakkhinpura. Gokul decide sacrificar a vida das outras crianças para salvar a própria filha.
O clímax na procissão de Chaumukhi Devi e o desfecho
Bani recusa-se categoricamente a aceitar esse acordo imoral. Usando a procissão religiosa de Chaumukhi Devi como disfarce, ela se infiltra entre os Bahurupis, descobre que a rota de escoamento das filhas é marítima e avança pelos túneis e docas.
Bani enfrenta o próprio marido em um duelo doloroso e o incapacita. Em seguida, confronta Dada Bhai (Prashant Narayanan), que tenta usar Mishty como escudo humano. Impulsionada pelo choro da filha, Bani renasce como a personificação da deusa Chaumukhi e empala o vilão com uma barra de ferro, matando-o.
Ao final:
- Mishty e as outras crianças são salvas pela intervenção de Bani e resgatadas pela equipe do detetive Kabir (Jatin Sarna).
- Gokul sobrevive, mas permanece ferido e abandonado; o casamento chega a uma ruptura irreversível devido à sua traição ética.
- Bani afasta-se carregando a filha, deixando claro que a proteção maternal não pode ser construída sobre o sacrifício de inocentes alheios.

Recepção crítica x o fenômeno global de audiência na Netflix
A trajetória de Gandhari na Netflix é marcada por uma fascinante dicotomia entre a avaliação dos críticos de cinema e a acolhida do grande público.
A avaliação da crítica especializada
No agregador Rotten Tomatoes, Gandhari amargou uma pontuação de apenas 23% a 25% de aprovação crítica. Veículos proeminentes apontaram fragilidades no roteiro e na execução do terceiro ato:
- The Times of India (2,5/5 estrelas): Avaliou que o filme se desdobra como um drama estilo anos 90 tentando encontrar uma voz contemporânea, mas se perde nas próprias ambições.
- NDTV (3/5 estrelas): Elogiou a presença cênica de Taapsee Pannu e a denúncia social do tráfico humano, definindo o filme como um produto decente para se assistir uma vez.
- Rediff.com (2/5 estrelas): Criticou as reviravoltas de roteiro e a falta de lógica nas sequências de ação vendada.
- Filmfare e The Quint: Consideraram o filme uma bagunça tonal entre o realismo sombrio e a ação melodramática.
O estouro nas métricas globais da Netflix
A despeito das ressalvas da imprensa, o público abraçou a produção de forma avassaladora:
- Em sua segunda semana de exibição, Gandhari alcançou o 1º lugar mundial na categoria de filmes de língua não-inglesa na Netflix.
- Registrou 9,6 milhões de visualizações e 18,7 milhões de horas assistidas em uma única semana — o maior recorde semanal já atingido por um filme Original Netflix indiano.
- Entrou para o Top 10 em 58 países e liderou o ranking em 17 nações, incluindo Brasil, México, Bolívia, Marrocos e Arábia Saudita.
Diante das críticas, a atriz Taapsee Pannu reagiu com ironia nas redes sociais ao compartilhar a imagem do filme no topo do ranking global: “Acho que não é ‘todo mundo’ que desgostou… Quando a vida nos dá limões, fazemos uma limonada! Saúde!”.
Desempenho global de Gandhari
| 📊 Métrica de Impacto | 🏆 Marca Registrada / Estatística | 🌐 Alcance & Relevância Global |
|---|---|---|
| Ranking Global Não-Inglês | #1 Lugar Mundial | Filme mais assistido na Netflix mundial na 2ª semana. |
| Volume de Visualizações | 9,6 Milhões | Visualizações completas registradas em apenas 7 dias. |
| Horas Assistidas | 18,7 Milhões | Recorde de engajamento para um filme Original indiano. |
| Presença em Top 10 | 58 Países | Liderou o ranking em 17 nações (incluindo o Brasil). |
| Métrica Anual na Índia | Top 3 de 2026 | Entre os originais Netflix mais vistos de todo o ano. |
| Aprovação da Crítica | 23% a 25% | Baixa adesão da imprensa (Rotten Tomatoes) contra alto apelo popular. |
Detalhes de bastidores, preparação física e a polêmica de plágio
A produção de Gandhari envolveu bastidores intensos, treinamento rigoroso e disputas de direitos autorais antes mesmo de sua estreia.
Preparação e coreografia de ação
Para dar verossimilhança às exigentes cenas de combate e movimentação sem visão, Taapsee Pannu submeteu-se a um treinamento físico severo que incluiu musculação, treino de resistência e ioga aérea (aerial yoga). As complexas sequências de luta foram desenhadas pelo renomado coreógrafo de ação Brahim Chab, conhecido por seu trabalho no filme Monkey Man. Chab elogiou publicamente a dedicação de Pannu, destacando que a atriz realizou grande parte das acrobacias sem recorrer a dublês.
A obra marca também a sexta colaboração profissional entre a escritora e produtora Kanika Dhillon e a atriz Taapsee Pannu, parceria consolidada em sucessos como Manmarziyaan, Rashmi Rocket, Haseen Dillruba e Phir Aayi Hasseen Dillruba.
Estrutura de bastidores e equipe criativa
| 🎭 Função na Produção | 👤 Profissional | 🌟 Histórico & Contribuição no Filme |
|---|---|---|
| Ideia Original, Roteiro & Produção | Kanika Dhillon (Kathha Pictures) | Criadora do conceito de reinvenção do mito; 6ª parceria de sucesso com Taapsee Pannu. |
| Direção Cinematográfica | Devashish Makhija | Cineasta aclamado do cinema independente (Joram, Ajji), responsável pelo tom cru e realista. |
| Atriz Protagonista (Bani / Liliya) | Taapsee Pannu | Treinamento de ioga aérea e musculação para realizar cenas de ação sem dublês. |
| Coreografia de Ação | Brahim Chab | Renomado coordenador de dublês e lutas (conhecido pelo trabalho em Monkey Man). |
| Distribuição Global | Netflix Originals | Lançamento simultâneo global em mais de 190 países. |
A controvérsia de plágio
Semanas antes do lançamento, a produção foi atingida por alegações de plágio formuladas pelo escritor Kalyan Bandi, ex-aluno do IIT Madras e inspetor da Alfândega Indiana. Bandi alegou ter registrado em 2019 um roteiro também intitulado Gandhari, cuja premissa acompanhava uma mãe assumindo a persona de uma deusa guerreira para resgatar a filha do tráfico humano. O autor afirmou ter enviado a proposta em 2019 a Monika Shergill, atual vice-presidente da Netflix Índia.
A produtora Kathha Pictures e a diretora de originais da Netflix, Ruchikaa Kapoor Sheikh, repudiaram categoricamente as acusações no evento de lançamento do trailer em Mumbai. Sheikh declarou que a Netflix adota parâmetros rígidos de originalidade e que o projeto de Dhillon e Pannu era uma obra completamente distinta. Kanika Dhillon completou afirmando que jamais conheceu Bandi e que o texto é um roteiro 100% original.
Elenco de peso: quem são os atores de Gandhari?
O elenco reunido por Devashish Makhija reúne alguns dos nomes mais talentosos e respeitados do cinema independente e comercial indiano:
- Taapsee Pannu (Bani / Liliya): Consagrada por atuações marcantes em Pink, Dunki, Baby e no suspense Haseen Dillruba, Pannu reafirma sua força como estrela solo capaz de carregar produções densas.
- Ishwak Singh (Gokul): Ganhou projeção internacional na aclamada série da Amazon Prime Paatal Lok. Em Gandhari, entrega uma interpretação sutil e dolorosa como o pai desesperado e marido moralmente fraturado.
- Chhaya Kadam (Uma Patra): Atriz aclamada do cinema marata e veterana de sucessos recentes como Laapataa Ladies.
- Swastika Mukherjee (Churni Didi): Estrela do cinema bengali, amplamente elogiada por seu trabalho na produção da Netflix Qala.
- Mita Vashisht (Jhunu Amba): Atriz veterana com vasta carreira no teatro e na TV indiana, lembrada pela série Criminal Justice.
- Jatin Sarna (Kabir): Conhecido por atuações marcantes em Sacred Games e Khakee: The Bihar Chapter.
- Prashant Narayanan (Dada Bhai): Interpreta com tom sinistro o líder da organização Blackhole.
Ficha técnica do filme
| Título Original | Gandhari (गांधारी) |
| Ano de Lançamento | 2026 |
| Data de Estreia | 3 de Setembro de 2026 |
| Plataforma de Streaming | Netflix |
| Gênero | Thriller de Ação, Crime, Drama Suspenso |
| Duração | 117 minutos (1h 57min) |
| País de Origem | Índia |
| Idioma Original | Hindi (com dublagem em Português-BR) |
| Direção | Devashish Makhija (Ajji, Bhonsle, Joram) |
| Roteiro e Estória | Kanika Dhillon (Haseen Dillruba, Manmarziyaan) |
| Produção | Kanika Dhillon / Kathha Pictures |
| Coreografia de Ação | Brahim Chab (Monkey Man) |
| Direção de Fotografia | Amit Roy |
| Montagem / Edição | Rajesh Pandey |
| Trilha Sonora | Shor Police, Clinton Cerejo, Bianca Gomes |
| Letras das Músicas | Kausar Munir |
| Elenco Principal | Taapsee Pannu, Ishwak Singh, Chhaya Kadam, Swastika Mukherjee, Mita Vashisht, Jatin Sarna, Prashant Narayanan |














