O Sorveteiro 2026 trailer elenco data de estreia do filme

‘O Sorveteiro’ tem cena pós-créditos? O que esperar ao final desse terror bizarro

Foto: Diamond Films / Divulgação
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O diretor Eli Roth, consagrado por clássicos viscerais como O Albergue e pelo recente e divertido slasher Feriado Sangrento, está de volta aos cinemas brasileiros com sua mais nova e perturbadora produção: O Sorveteiro (Ice Cream Man, 2026). Com uma premissa que transforma a inocência de um caminhão de guloseimas em um pesadelo sangrento na pacata cidade de Bayleen Bay, o longa tem dividido opiniões e despertado a curiosidade do público.

Se você está planejando ir ao cinema ou acabou de assistir ao massacre, a grande dúvida que fica no ar enquanto sobem os letreiros é: vale a pena continuar na poltrona, ou o filme acaba assim que a tela escurece?

Abaixo, trazemos a resposta definitiva (com aquele leve toque de mistério) sobre as cenas pós-créditos de O Sorveteiro e por que esse desfecho bizarro merece sua atenção!

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Vale a pena esperar? O Sorveteiro tem cena pós-créditos?

Se você é do tipo de espectador que detesta perder qualquer detalhe ou piada interna de produções de terror, pode comemorar: sim, O Sorveteiro possui uma cena pós-créditos oficial!

Logo após o desolador e chocante clímax que sela o destino dos irmãos Jared (interpretado pelo jovem Charlie Zeltzer) e Lizzie (vivida por Sarah Abbott), os créditos começam a rolar ao som de uma trilha sonora marcante capitaneada pelo rapper Snoop Dogg.

Assim que a música termina e a última linha de créditos se apaga, a tela retorna a uma das estradas vazias e melancólicas de Bayleen Bay para entregar uma das assinaturas mais divertidas do diretor Eli Roth.

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Um toque clássico do humor ácido de Eli Roth

Sem estragar as principais surpresas da trama principal, a cena extra serve como uma piada de humor ácido deliciosa e absurda.

Lembra-se daquele morador rabugento que, no início do caos provocado pelo sorvete hipnótico de Jonathan Smiley (interpretado pelo sinistro Ari Millen), tenta escapar dos pequenos assassinos em cima de um hoverboard (aquela prancha elétrica de duas rodas sem guidão) enquanto manda as crianças “se danarem”, apenas para ter sua cabeça brutalmente arrancada por um machado?

Na cena pós-créditos, a câmera foca justamente no corpo decapitado desse homem. Incrivelmente, o cadáver continua perfeitamente equilibrado sobre o aparelho elétrico, deslizando sozinho e sem rumo pelo asfalto deserto até sumir lentamente no horizonte. É o ápice do tom trash e sem noção que Eli Roth adora trazer para suas obras!

O Sorveteiro final explicado do filme 2026
Foto: Diamond Films / Divulgação

Por que você precisa assistir a O Sorveteiro nos cinemas?

Mesmo dividindo a crítica especializada — que oscila entre apontar o filme como um banquete de violência gratuito e uma das diversões trash mais descompromissadas do ano —, O Sorveteiro é uma experiência cinematográfica imperdível para os amantes do gênero.

O filme traz uma atmosfera nostálgica que remete diretamente a clássicos com crianças assustadoras, como Colheita Maldita e A Cidade dos Amaldiçoados, mas com a roupagem visceral e moderna de produções recentes como Terrifier e A Hora do Mal.

Detalhes estéticos e curiosidades de bastidores

  • Fotografia marcante: O diretor de fotografia faz um trabalho excepcional ao mesclar tons frios, pastéis e o vermelho berrante do sangue, utilizando inclusive câmeras Super 8 para dar um charme de cinema B tradicional ao longa.
  • Uso de Inteligência Artificial: Uma das polêmicas do longa envolveu o uso de IA generativa em pequenos trechos de algumas cenas. O diretor Eli Roth confirmou o uso da tecnologia para corrigir detalhes pontuais, gerando debates acalorados sobre os limites dos efeitos digitais no cinema moderno.
  • Elenco de peso no terror: O elenco reúne talentos conhecidos de produções populares, como Ari Millen (conhecido por Orphan Black), Benjamin Byron Davis (de Guardiões da Galáxia Vol. 3), Karen Cliche (de Feriado Sangrento), Dylan Hawco (de O Conto da Aia), Sarah Abbott (de Ginny & Georgia), Shiloh O’Reilly (de Feriado Sangrento), Kiori Mirza Waldman (de Small Achievable Goals), Charlie Zeltzer (de Titans) e Charlie Storey (de Feriado Sangrento).

Se você está em busca de uma sessão caótica, cheia de exageros práticos, mortes absurdamente criativas e uma energia puramente sem limites, prepare-se para pedir sua cobertura favorita e embarcar nessa viagem bizarra. Só não se esqueça de ficar até o final dos créditos!

Escrito por
Wilson Spiler

Formado em Design Gráfico, Pós-graduado em Jornalismo e especializado em Jornalismo Cultural, com passagens por grandes redações como TV Globo, Globonews, SRZD e Ultraverso.

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