O Mandaloriano e Grogu Star Wars crítica do filme 2026 - Flixlândia

Crítica | ‘O Mandaloriano e Grogu’ e o ciclo sagrado do cuidar

Foto: Disney / Divulgação
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Bem-vindo, Viajante das Estrelas! O Universo é vasto. É infinito? Talvez. Mas, neste Universo do qual vamos falar, cabem milhões de histórias. Para os fãs de Star Wars, está chegando às telonas, em formato IMAX, mais uma história desse universo — vinda diretamente do streaming: O Mandaloriano e Grogu (tradução 100% literal do original).

É como se, em cada canto da galáxia, houvesse um novo roteiro a ser explorado, um personagem a ser criado a partir das origens da saga ou desenvolvido dentro dela — ou seja, milhares de spin-offs possíveis. Os mandalorianos existem no universo fictício há milhares de anos, muito antes dos filmes principais.

A famosa série live-action do Disney+ estreou em 2019. A história protagonizada pelo caçador de recompensas Din Djarin se passa na linha do tempo oficial da saga, cerca de 5 anos após os eventos de O Retorno de Jedi (e aproximadamente 9 anos após o primeiro filme clássico, de 1977). A segunda e a terceira temporadas do streaming foram lançadas em 2020 e 2023 e, em vez de montarem uma quarta temporada, criaram esta sequência para o cinema.

O longa também foi dirigido por Jon Favreau, responsável pela série do Disney+, em produção com a Lucasfilm. Então prepare-se, pois além de muita ação, há também o fundo da amizade e cuidado com o outro muito destacado neste roteiro.

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Sinopse

Din Djarin, o lendário caçador de recompensas mandaloriano vivido por Pedro Pascal (The Last of Us), é acompanhado em suas aventuras — já conhecidas do streaming — por Grogu (apelidado pelos espectadores de “Baby Yoda”). Da mesma espécie sensível à Força que o Mestre Yoda, Grogu foi um dos jovens que treinou no Templo Jedi de Coruscant, onde Yoda atuava como Grão-Mestre.

Apelidado de Mando, ele cuida de seu protegido, o jovem, pequeno e poderoso Grogu, indo atrás de criminosos do Império que ainda estão soltos pela galáxia.

Neste filme, somos agraciados com nossa eterna “predadora” Sigourney Weaver, como coronel Ward, sempre marcante nas telas. A dupla de mercenários é enviada para resgatar o filho de Jabba, o Hutt, em um acordo com os irmãos do falecido Jabba (morto em O Retorno de Jedi), que entregariam a localização de um dos remanescentes do Império a ser encontrado pela Nova República.

Crítica do filme O Mandaloriano e Grogu

Logo no início, Mando invade o local em que acontece uma reunião de um dos generais do Império com representantes de planetas leais ao regime — e isso já mostra o nível de aventura que vem pela frente. Após o final da missão, ele é recrutado novamente para ir ao encontro dos “tios” e libertar Rotta, o filho de Jabba, das mãos de Lord Janu, recebendo como recompensa o nome de outro conspirador do Império que eles querem prender.

Assim, Rotta, o Hutt, é encontrado por Mando em um planeta sob o domínio de Lord Janu, organizador de lutas corporais. Devido a uma dívida contraída pelo Hutt, Janu o manteve preso e lutando até quitar o que devia. Quando Mando conversa com Rotta e diz que está ali para levá-lo embora, emerge a verdadeira natureza do objetivo dos tios — e fica claro que os interesses são outros para que o sobrinho seja trazido de volta ao planeta natal.

Rotta se afeiçoa a Grogu, brincando com ele como se fosse com uma criança, criando uma conexão entre os dois e o Mandaloriano. Mando acaba sendo obrigado a entrar na arena para salvar Rotta e, por fim, fugir do planeta. Mas, como a história precisa de suspense, deixarei a partir daqui o desenrolar sem mais spoilers, para você acompanhar o que vem a seguir.

Review O Mandaloriano e Grogu Star Wars crítica do filme 2026 - Flixlândia (1)
Foto: Disney / Divulgação

Conclusão: O Mandaloriano e Grogu é bom?

Atualmente, filmes feitos com tecnologia IMAX já são, muitas vezes, o prenúncio de que algo grande será apresentado — porque cinema é uma experiência, e não apenas “assistir a um filme”, como antigamente, nas exibições tradicionais.

Existe toda uma base de trilha sonora, efeitos sonoros, diálogos e montagem de cenas que, para nós leigos, pode até parecer simples, mas que sempre nos faz esperar mais de um longa.

A trilha sonora, no esteio da original, traz música intensa. Não tem exatamente a melodia clássica dos filmes de Star Wars, mas não foge da grandiosidade da referência criada por John Williams.

Com a ausência da musa Carrie Fisher, Sigourney entra como quem preenche aquele vácuo após o desaparecimento da princesa Leia, e Pedro Pascal cumpre seu papel de grande ator — tanto na voz quanto nas cenas mais difíceis.

Para se ter uma ideia do nível de desafio, Grogu foi projetado como um boneco animatrônico conhecido e controlado por cinco pessoas diferentes, cada uma responsável por um movimento específico, além das cenas em CGI, reservadas para as sequências de maior dificuldade técnica.

Vale a pena ver O Mandaloriano e Grogu, sim. Apesar de muita gente ter torcido o nariz para a terceira temporada do streaming — já que, em alguns momentos, ela remete até a efeitos sonoros “retrô” (do carro voador dos Jetsons, por exemplo) — o filme ainda nos traz os sons das armas de Star Wars e, mesmo sendo outra parte do universo, nos remete à história original.

Um baldão de pipoca, refri duplo com muito gelo, mais de duas horas de filme e, se puder, aproveite uma tela IMAX! Bom divertimento, colega Skywalker!

Onde assistir ao filme O Mandaloriano e Grogu?

O filme estreia nesta quinta-feira, 21 de maio de 2026, exclusivamente nos cinemas brasileiros.

Trailer de O Mandaloriano e Grogu (2026)

YouTube player

Elenco do filme O Mandaloriano e Grogu

  • Pedro Pascal
  • Sigourney Weaver
  • Martin Scorsese
  • Jeremy Allen White
  • Steve Blum
  • Matthew Willig
  • Hemky Madera
  • Jonny Coyne
Escrito por
Cleon

Cleon (pseudônimo de Antonio Filho) é da área de TI, mas vive com a cabeça nas estrelas. Trocou linhas de código por linhas de roteiro — e escreve sobre séries e filmes como quem decifra algoritmos de emoção humana.

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